08 de Junho de 2009

É bom quando ela se preocupa. Do outro lado do telefone ouve-se um som doce, sente-se uma ternura que só apetece prolongar a conversa por uma eternidade.

É até estranho receber esse amor tão óbvio.

Parece que não é ela.

Nas primeiras vezes desconfias: "ela deve querer pedir algo tão chato que está a usar todas as estratégias".

Mas o pedido não chega.

Nas vezes seguintes achas que ela foi "possuída" pelo ET.

Mas afinal é bondade natural.

Depois pensas apenas no quão bom é ela revelar o lado mel dela, aquele preparado especialmente para ti.

Já olhas para ela como fonte de inspiração para resolver situações que nunca serias capaz de lhe contar, nem a (quase) ninguém.

"Como será que ela faria?"

Vês naquela mulher, que ralha contigo pelo menor grão de pó possível, a heroína para solucionar um leque de "pepinos e pimentos", que tu própria criaste, na inocência da inexperiência.

Mas silencias essa possibilidade.

Voltas a pô-la onde nunca devia ter saído, no papel rígido de mãe.

Só que ao fechares os olhos sabes que aquela redoma criada para que uma não penetre na vida da outra  pode ser desvanecida e aproveitas mais um ou dois, ou três momentos de ternura... impagável!

publicado por Praiamorena às 22:25

Amor de mãe é como uma rosa, cheia de espinhos, mas perfeita!
10 de Junho de 2009 às 18:56

Perfeito, perfeito, perfeito!
10 de Junho de 2009 às 21:31

feedback
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